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Lições do livro O Monge e o Executivo

livro o monge e o executivo

Sucesso editorial no Brasil há mais de uma década, o livro O Monge e o Executivo é uma instigante coletânea de lições para a vida, centrada na figura do líder. Todos somos líderes, em diferentes segmentos nos quais atuamos. Podemos ser líderes em nosso lar, em nosso trabalho, em grupos de estudo ou líderes de nossas próprias vidas. É a partir dessa ideia que o autor James C. Hunter desenvolve sua obra.

O enredo do livro nos apresenta John Daily, um executivo que passava por alguns problemas em seu trabalho e no ambiente familiar. Seguindo o conselho de um amigo, John segue para um mosteiro onde conhece Leonard Hoffman, empresário que havia largado tudo para se tornar um monge e que, agora, atendia pela alcunha de Simeão. Durante os sete dias que passa no mosteiro, John tem contato como uma nova forma de lidar com a vida em todos os seus âmbitos. Com o monge do título, aprende sobre a importância das relações pessoais, a distinguir poder e autoridade, além de entender como a paciência, o autocontrole e mesmo o amor podiam ter papel fundamental na solução dos problemas pelos quais passava.

John começa, então, a disciplinar-se para tornar natural, em seu cotidiano, aquilo que não o era. Através de exercícios diários e boa dose de perseverança, ele conseguiu efetivar, aos poucos, mudanças em seu comportamento, condutas e práticas, convertendo-os em hábitos. John se habituava, assim, com a virtude.

A relação entre John e Simeão e todo o aprendizado dela advindo inspirou pessoas por todo o mundo e fez de O Monge e o Executivo, além de um estrondoso sucesso editorial, um verdadeiro manual de vida, adotado por profissionais dos mais diferentes segmentos.

Entenda o novo paradigma para empresas

A primeira lição que a obra nos apresenta, e que pode ser transposta para o mundo empresarial, é que a construção de uma hierarquia do tipo pirâmide, na qual o líder é colocado no topo, alheio a todo o processo realizado na base, não é interessante para nenhuma forma de organização, mostrando-se um paradigma ultrapassado.

A nova dinâmica do mundo empresarial coloca em cena um novo paradigma, alçado na figura de um líder diferenciado, capaz de operar transformações em si mesmo e no ambiente em que atua. Um líder que deve estar presente onde os processos ocorrem, distanciando-se, assim, do modelo ultrapassado em que o lugar por excelência do líder era enclausurado no topo de uma hierarquia engessada. O seu lugar passa a ser, agora, junto aos seus, na base do negócio, verdadeiro ponto de sustentação de toda e qualquer organização.

O líder desse novo paradigma deve ter como propósito auxiliar o desenvolvimento de seus liderados, fazendo com que esse desenvolvimento individual seja repercutido em termos de equipe e, em consonância, reverbere em toda a organização. Nenhuma organização alcança o sucesso por meio do êxito individual de seus integrantes sem relacioná-lo ao grupo, assim como nenhum líder alcançará seus objetivos sem a colaboração de sua equipe.

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O líder é um guia para outras pessoas

A partir do momento em que o líder tiver consciência de que seu maior propósito é conduzir os demais, ele entenderá plenamente seu papel em todo o processo que se desenvolve na organização.

Tomada a consciência sobre seu papel, é hora de tomar consciência sobre si mesmo enquanto um guia para as outras pessoas e entender que existe uma diferença fundamental entre poder e autoridade. Simeão nos ensina que um chefe detém poder, pois sua posição na hierarquia da organização permite que suas vontades sejam atendidas por todos aqueles que são seus subordinados. Um líder, por sua vez, detém autoridade, pois leva as pessoas a realizar suas tarefas por vontade própria, baseadas na confiança nutrida por aquele que lidera e nas intenções de seus atos. Enquanto para um chefe o fator preponderante para ter sua determinação acatada é um cargo, para o líder é sua influência pessoal.

Em suas conversas com Simeão, John compreende que autoridade não se impõe, mas se conquista, e que ela deve passar, inevitavelmente, pelo servir aos outros e sacrificar-se por eles. Simeão usa como exemplo maior de líder, que conquistou autoridade por meio do serviço ao próximo, a figura de Jesus Cristo. Ninguém como Ele foi capaz de liderar e influenciar tantas pessoas até os dias de hoje, baseando-se, primordialmente, no amor, demonstrando que a autêntica liderança se apoia sobre a autoridade, e não sobre o poder.

John passa, então, a compreender que amar é satisfazer as necessidades das pessoas; trata-se de exercitar sua paciência, humildade, respeito, compromisso, bondade, abnegação, honestidade, perdão, serviço e sacrifício, o que Simeão nomeou de Amor Ágape; e que não é preciso ser um personagem histórico para construir autoridade. Essa influência é construída sempre que servimos aos outros e nos sacrificamos por eles, sendo esse tipo de atitude totalmente passível de aprendizado, através da reeducação dos indivíduos, treinamentos e exercícios.

Entenda o conceito de Liderança Servidora

Ser um líder significa ser aquele que conduzirá e inspirará os que o seguem para a ação, mas também, e principalmente, aquele que satisfará suas necessidades, bem como saberá lhes dar limites. Esses são os parâmetros daquilo que passa a ser chamado de Liderança Servidora.

O líder servidor é aquele que tem como principal eixo de atuação colocar-se a serviço de sua equipe, tendo na satisfação de seus liderados sua primeira preocupação. Aqui, a satisfação é vista como a busca pelo bem estar profissional e pessoal de cada integrante de uma equipe. Estimulados, instigados e sentindo-se parte real do todo, os membros tendem a retribuir com parceria, dedicação e conferência da autoridade, como mencionado anteriormente.

No paradigma da Liderança Servidora, o líder é aquele que não impõe, mas sim aquele que inspira. Imposição denota orientação forçosa dos comandados por parte de quem os comanda, como em decisões hierárquicas que partem de cima para baixo sem considerar os que lá se encontram. Já inspiração denota movimento natural de realização de tarefas e atividades, estimuladas por uma situação ou condição que confere ares de criador àqueles que delas participam.

Um líder servidor deve entender que líder e liderados nada mais são do que peças de uma mesma engrenagem e que ele, enquanto líder, é o responsável por estimular o movimento de todas as demais peças. É seu papel deixar claro para os liderados que sua posição ali é importante, tanto quanto a do próprio líder. Demonstrar que, para além das relações de comando, o que existe é uma complementaridade. Em suma, um líder servidor investe nos relacionamentos interpessoais.

Assim, o novo paradigma é construído na relação vontade > amor > serviço e sacrifício > autoridade > liderança. Segundo os ensinamentos de Simeão, a liderança começa com a vontade, capaz de transformar nossas intenções em ações e de modificar nosso comportamento. É preciso ter vontade, inclusive, para amar, isto é, para entender as reais necessidades daqueles que lideramos, procurando satisfazê-las por meio de nossos serviços. Depois, é preciso servir aqueles que lideramos, mesmo que para isso tenhamos que nos sacrificar. Quando servimos e nos sacrificamos pelos outros, passamos a exercer autoridade sobre eles. Por sua vez, quando exercemos autoridade sobre as pessoas, passamos a ter o direito de sermos chamados de líderes.

Tudo na vida gira em torno de relacionamentos

Em uma das passagens do livro, o autor afirma que a chave para a liderança é executar as tarefas enquanto se constroem os relacionamentos. Um bom relacionamento entre seus membros é o alicerce sobre o qual se constrói qualquer organização de sucesso. Cabe ao líder conduzir da melhor forma possível o relacionamento entre ele próprio e todos os outros, bem como entre os próprios liderados. Pautar nossa conduta pelos termos do Amor Ágape é o primeiro passo rumo a uma boa relação com os liderados: ter paciência, dar atenção, incentivo e demonstrar reconhecimento, ser autêntico e humilde, satisfazer as necessidades dos outros, ser honesto e sem ressentimentos, mostrar-se comprometido com princípios e com a equipe, deixar de lado a vaidade e objetivar o bem comum.

Simeão ressalta que amar não é gostar. Amar é satisfazer as necessidades, enquanto gostar é o afeto. Nem sempre amamos as pessoas de quem gostamos, assim como nem sempre efetivamos o amor que temos pelas pessoas. Tornar efetivo o amor é fazê-lo acontecer, praticar-lhe através da ajuda, do servir. A busca por satisfazer as necessidades legítimas daqueles que nos cercam.

Basear nosso comportamento nesses princípios significa que compreendemos que toda relação, para ser uma relação real, deve pressupor a existência do outro. Sem o outro, não há com o que nos relacionarmos. E justamente na busca de um entendimento com o outro, que alinhe valores, objetivos e expectativas e seja tolerante com as diferenças, é que a adoção dos princípios do Amor Ágape é fundamental. O ganho de qualidade para a vida profissional e pessoal é imenso.

11 características de um bom líder

Já foram mencionadas algumas características que podem fazer de você um bom líder, como compreender a diferença entre poder e autoridade e a importância de servir ao outro. Mas existem outras que podem tornar ainda mais bem sucedida qualquer liderança.

1 – Autoconhecimento

Para liderar é preciso, em primeiro lugar, saber quem somos. Foi exatamente esse o primeiro aprendizado de John em sua convivência com Simeão. Somente quando tomamos consciência de quem somos e do que somos é que podemos reconhecer nossas fraquezas e pontos fortes e, a partir daí, tomar as atitudes necessárias para transformar nossa experiência de vida. Um líder que pretende se impor pela autoridade precisa inspirar seus liderados. Não combina com um líder uma postura insegura, deprimida, que transmita ansiedade, estresse ou medo, ou ainda uma postura que se mostre agressiva. Ao contrário, o que se espera de um líder é uma postura altiva, conforme dito anteriormente. E não se trata de criar um personagem, mas sim de operar reais transformações em sua vida. Agir para transformar. Como diz Simeão para John, intenções sem ações é igual a nada.

2 – Inspiração

Inspirar uma equipe é essencial para qualquer líder. É importante tornar-se a mola propulsora de todo um movimento, que incentive os liderados a agir tendo a sensação de que realmente fazem parte de todo aquele processo, mantendo-os envolvidos, não só com os projetos desenvolvidos, mas com toda a organização. Ser inspiração é ser estímulo para a ação dos outros, é ser modelo a ser seguido, é ser espelho diante do qual seus liderados se colocarão sempre que buscarem uma referência a ser seguida.

3 – Otimismo

Nada pior do que um líder que não acredita naquilo que ele mesmo propõe, ou que enxerga o copo sempre meio vazio. Mostrar-se otimista com os resultados é fundamental para encorajar a equipe a persistir, mesmo que obstáculos surjam pelo caminho. Ninguém se dedica ao fracasso. Em compensação, a crença no sucesso do que fazem, além de tornar o ambiente mais leve e saudável, tende a fazer com que os envolvidos se dediquem para além do que lhes é pedido.

4 – Comprometimento

Se o líder é a inspiração e motivação de toda uma equipe, como ela se comportaria ao vê-lo não demonstrar comprometimento para com a organização, o trabalho ou a própria equipe? Se você demanda comprometimento de sua equipe, seja o primeiro a demonstrá-lo. Ao contrário de quem não se compromete, o líder comprometido acaba contando com o engajamento dos liderados sem grande esforço. Seja sempre presente, diligente com as tarefas, assíduo com horários e interessado em tudo o que envolve o ambiente em que trabalha. Demonstre o empenho que deseja obter de sua equipe.

5 – Criatividade

Por mais que a equipe esteja afinada e os processos se desenvolvendo conforme o esperado, imprevistos podem acontecer e modificar todo um planejamento. Mostrar dinamismo e versatilidade para lidar com a situação, bem como criatividade para encontrar soluções rápidas, é essencial na figura do líder. Fazer uso de experiências passadas pode ser interessante; no entanto, jamais desconsidere a especificidade de cada situação. Além disso, você pode sempre contar com seus liderados, o que nos leva ao próximo ponto.

6 – Confiança

Um líder precisa passar confiança aos seus liderados. Grandes generais venceram batalhas impossíveis por jamais deixarem seus comandados perderem a confiança. Isso envolve assertividade e segurança no momento da tomada de decisões.

Outra face da mesma moeda é a confiança que o líder precisa demonstrar ter em seus liderados. É preciso deixar claro que você conta com aqueles que lhe cercam e que suas presenças ali não foram obras do acaso. Voltando ao exemplo anterior, no caso de um imprevisto, prestar atenção no que a equipe tem a dizer deixa claro que você não só está disposto a ouvi-los, como tem confiança em seu julgamento e discernimento.

7 – Trabalho em equipe

Um líder pressupõe uma equipe a ser liderada. Não saber trabalhar em equipe é uma característica impeditiva para qualquer liderança que pretenda ser bem sucedida. Saber conciliar interesses, gerenciar conflitos e organizar tarefas são atribuições inerentes a um líder que prima pelo bem-estar de seus liderados e pelas responsabilidades para com a organização.

8 – Delegação de tarefas

Essa característica compartilha um pouco das características anteriores, uma vez que ter a capacidade de delegar tarefas significa que você sabe trabalhar em equipe, está exercitando sua confiança em você mesmo e nos demais, bem como demonstra otimismo quanto aos resultados esperados. Delegar, além de inserir os liderados nos processos em execução, dando-lhes a oportunidade real de participar dos resultados atingidos, permite que você tenha mais tempo para focar em outras necessidades do próprio grupo ou no aprimoramento de suas competências.

Além disso, saber delegar é saber dividir. Ninguém gosta de se sentir sobrecarregado enquanto vê que outra pessoa envolvida no mesmo projeto fica desocupada. Saber dividir ocupações de modo a envolver todos no processo, evitando a sobrecarga e gerando sentimento de pertença, também é característica de um bom líder.

9 – Comunicação

Quando uma pessoa entende o que está sendo pedido a ela com clareza e profundidade, a chance de ela realizar o que se propõe com excelência é muito maior. Fazer-se entender é premissa básica para qualquer líder: saber como se expressar é fundamental para o bom funcionamento do grupo. Esteja sempre disponível para uma troca de ideias e experiências ou simplesmente para ouvir relatos, estimulando a comunicação com seus liderados. Saber se comunicar não é apenas saber falar, mas também saber ouvir. Citando um faraó egípcio, Simeão nos ensina que aqueles que precisam ouvir devem fazê-lo com paciência, porque as pessoas querem muito mais atenção para o que dizem do que para o atendimento de suas reivindicações. Lembre-se que problemas de comunicação podem destruir todo um bom trabalho desenvolvido por equipes competentes.

10 – Honestidade

Como no caso do comprometimento, em se tratando da honestidade, cabe ao líder demonstrar-se um exemplo a ser seguido. É importantíssimo ter honestidade no trato com a organização e com os liderados, sendo sempre transparente. Portar-se de maneira correta, ostentando uma conduta ética, será inspirador para os que o seguem.

Ser honesto não significa apenas demonstrar honradez, probidade, decência e moralidade irrepreensível, mas também aceitar seus erros, admitir falhas e ter humildade para declará-las perante o grupo. Não ser honesto consigo mesmo significa que você também não o está sendo com os demais.

11 – Observador

Um líder precisa, por fim, ser um bom observador, estar atento a tudo que acontece a sua volta para antecipar possíveis problemas e vislumbrar oportunidades. Para além disso, também significa observar o grupo que conduz e conhecer as especificidades de cada membro, suas qualidades e limitações, potencialidade e defeitos. Uma observação eficiente de uma equipe permite ajustar, por exemplo, a delegação de tarefas, para que o resultado a ser obtido seja o melhor possível.

Conclusão

A leitura de O Monge e o Executivo permite que acompanhemos a viagem de John por entre os ensinamentos de Simeão, descobrindo, juntamente com o personagem, características fundamentais para que nos tornemos um líder de sucesso, para que saibamos nos impor pela autoridade e não pelo poder e para que compreendamos a centralidade da servidão em qualquer relacionamento. Através dessas características, atingiremos os melhores resultados para toda a equipe e nos transformaremos em pessoas melhores.

No livro, entendemos também que uma equipe é feita de pessoas distintas, cada qual com suas características, problemas e experiências, e que servir a essas pessoas de modo a satisfazer suas necessidades é a função primordial de um líder. É essencial dar reais contornos de conjunto àquele agrupamento de indivíduos, pautando nossas ações pelas premissas do Amor Ágape: paciência, bondade, humildade, respeito, abnegação, perdão, honestidade, compromisso, serviço e sacrifício.

Entendemos, ainda, que somos líderes no sentido de que conduzimos pessoas rumo a um objetivo e que, para liderar, precisamos, antes de mais, nada inspirar. A caminhada fica mais fácil quando aqueles que caminham ao seu lado estão ali por acreditarem não apenas no que você diz, mas em tudo que você representa. Como bem lembra uma passagem da obra, em 1947, não apenas o Império Britânico concedeu a independência à Índia, como recebeu Gandhi em Londres com uma parada digna de herói. Ele fez tudo sem recorrer a armas, violência ou poder: usou apenas influência e a vontade de servir aos demais. Acabou sendo aquele em que todos se inspiraram e por quem todos se dedicaram.

Por fim, o livro nos ensina que a mudança que desejamos para nosso ambiente de trabalho ou familiar deve começar por nós mesmos. Não vemos o mundo como ele é, mas como nós somos. Exercitar o autoconhecimento para saber quem somos é essencial para saber o que representamos para os demais. Encontrar erros e problemas e trabalhar para corrigi-los é apenas o princípio. Como diz John em conversa com Simeão, a liderança começa com a vontade, que é nossa única capacidade como seres humanos para sintonizar nossas intenções com nossas ações e escolher nosso comportamento. Tudo parte da nossa própria vontade, inclusive nossa transformação interna. De nosso interior deve emergir a coragem necessária para convertemos intenções em ações, treinamento em hábitos; para efetivarmos as transformações que se fazem necessárias, tornando a virtude uma de nossas características, e não apenas uma eventualidade.

O livro O Monge e o Executivo é uma daquelas obras que extrapolam o convite à leitura, representando um verdadeiro convite à ação, à transformação de líderes, pessoas e vidas. Seguindo os preceitos da disciplina, amor e servidão ensinados por Simeão a John, você estará atuando sobre as perspectivas que mantêm a respeito das relações humanas, modificando a forma como sente e age no mundo, tornando-se um ser humano melhor e, consequentemente, um líder melhor.

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